Aqui um artigo sobre o impacto do divórcio sobre o homem. Você verá história reais americanas, estatísticas e ficará impressionado com a desgraça masculina. Verá os mitos feminazistas sendo quebrados também. Aconselho você a ler, dividi ele em 2 partes para não ficar muito pesado, é simples de ler. Não seja um bocó, não me faça quebrar sua cara.
Depois de ler isso, faça um favor a você mesmo e a sua vida: Não case, não seja um cretino.
Martin Paul é um sujeito agradável de 51 anos, um colecionador de moedas, com os negócios indo de vento em polpa, morando nos luxuosos subúrbios de Boston. Depois de anos de luta para levar os negócios a frente, os 3 filhos bem encaminhados, Martin tinha grandes planos para ele a para a esposa.
Ele queria dizer para sua esposa, em um sábado de manhã, que queria finalmente relaxar um pouco. Iriam a viagens caras para a Europa e para o Hawaii, e que ela o veria mais pela casa e não enterrado no seu escritório. Ele a conheceu na escola 1/4 de século antes, e eles tiveram seus altos e baixos, mas ele era doido por ela. E ele acreditava que com uma pouco mais de tempo juntos, ela estaria doida por ele de novo também.
Mas NÃO. Ela mal ouvia ele falar sobre aposentadoria, férias, ou qualquer coisa que ele falava. Ela tinha o seu próprio plano.
“Eu quero um divórcio”, ela disse.
Martin ficou tão chocado que pensou ter ouvido errado. Mas o rosto dela não deixava dúvidas. “Ela parecia o inimigo”, ele disse. Ele começou a pensar em tudo que ele construiu: O empreendimento poderoso, a família maravilhosa, a boa vida em um subúrbio americano. E ele pensou nela e como ele ainda a amava. E de repente, na frente dela, ele começou a chorar.
Martin naquela noite bebeu uma garrafa de whisky inteira até desmaiar.
As coisas ficaram uma merda rapidamente para Martin. Sua esposa mandou uma ordem de restrição o acusando de tentar seqüestrar seu filho mais novo. A acusação nunca foi provada na corte. Então, com a ajuda de advogados bem pagos, ela extraiu dele $50,000 doláres por mês – Incríveis 75% de sua renda mensal. Barrado de sua casa, ele não mais poderia freqüentar seu escritório da onde gerava toda a renda (nas poucas vezes que foi permitido sua entrada na casa, sua esposa não o deixava nem usar o banheiro. Ela insistia para que ele fosse na mata mesmo). “Meu advogado dizia para os advogados dela “vocês estão matando a galinha dos ovos de ouro” relembra Martin. “Mas eles não se importavam”.
Esmagado pelos pagamentos mensais para a esposa e sem possibilidade de trabalhar, ele logo enfrentou um duro revés financeiro e teve que declarar falência. Mesmo assim sua esposa não o dava paz. Ela o acusou de ser abusivo com um dos filhos. Martin disse que acusação é absurda, mas isso funcionou limitando seus direitos de visitas aos filhos.
Em uma pesquisa de 2004 pela AARP, um em cada quatro homens divorciados no ano anterior disseram que “nunca imaginaram que isso pudesse acontecer”. (Apenas 14% das mulheres disseram ter enfrentado a mesma situação. E poucos eventos podem ser tão devastadores para a mente, o físico e as finanças de um homem.
“Encontro homens que enfrentam divórcios e fins de relacionamento e é muito comum ouvir eles dizerem que foram pegos de supresa” diz a terapista Lori Buckley.
“Quando uma mulher faz sua cabeça de que o relacionamento acabou, elas param de falar sobre o relacionamento. Os homens interpretam a falta de reclamação das mulheres como um sinal de satisfação. Mas no geral isso quer dizer que elas simplesmente desistiram”.
66% das vezes é a esposa que pede o divórcio e tal número sobe para 75% em vários momentos. “É mais fácil terminar um casamento do que demitir um empregado “diz says Guidubaldi. Se ela quer sair fora, acabou. “Você pode dissolver o casamento sem nenhuma justificativa.”
Não costumava ser assim. Enquanto o divórcio se tornou legal há quase 2 séculos, isto era um tópico de alta mortificação considerado como um ato desesperado. A década de 1960 mudaria isso, com a cultura do amor-livre aumentando a inclinação para o divórcio e quebrando a resistência social em relação a isso. O aumento da independência financeira da mulher a libertou da necessidade de permanecer num casamento abusivo. Resultado: Divórcio explodiu.
Mas a história de divórcio clichê – Homem casa, começa uma família, encontra uma mulher mais nova e deixa sua esposa – não é tão comum como se faz crer.
“O casamento muda o homem de uma maneira mais brutal do que a mulher” explica o sociólogo Steven Nock auto do livro “casamento na vida do homem”. “A melhor maneira de colocar isso, é que o casamento é pro homem o que a maternidade é para a mulher. Casamento faz o homem crescer. Nock observa que muitos homens antes do casamento são trabalhadores indiferentes, e depois do trabalho são vistos em um bar ou em frente a TV. Depois do casamento, eles são sólidos provedores e ganhadores de salário, freqüentadores assíduos da Igreja e talvez membro de alguma associação de vigilância da vizinhança. Divórcio tira tudo isso deixando o homem com um estranho sentimento de infantilidade e sem noção de seu lugar no mundo. Se sentem invasores do futebol das crianças até as peças escolares.
Completando a dor, homens vêem tudo desabar embaixo deles. O sistema de divórcio tende a dar para as mulheres a guarda das crianças, pensão para as crianças substancial, a casa da família, metade dos bens, e muito frequentemente, pesados pagamentos de pensão(alimony) a ex-esposa (alimony nos EUA, é o termo para pensão financeira SÓ para a mulher. Child-support é a pensão só para crianças. Maridos são obrigados a pagar ambos).
Isso surpreende a todos, já que a mídia faz acreditar que quem sofre mais financeiramente é a mulher, não o homem. Mas os dados mostram o contrário. Sanford L. Braver da universidade do Arizona fez um estudo exaustivo e diz: “O homem está numa situação muito mais pobre do que a mídia faz crer. A idéia do homem feliz no bar solteirão não é a realidade nem a pau”.
Silvio: A segunda parte já está pronta posto em um novo post junto no final com comentários ácidos meus.








































